Vou por aí esperar uma noite.
Um sonho que verdadeiramente acredite em mim.
Agora que falam que o céu não tem culpa
Um sonho que verdadeiramente acredite em mim.
Agora que falam que o céu não tem culpa
da demora do meu chegar.
Sentado na janela,
um pássaro roufenho,
procura na nuvem a última viagem.
Um sax magoado,
bate à porta da magia,
E, então, um solo amistoso,
lentamente vai soprando
Sentado na janela,
um pássaro roufenho,
procura na nuvem a última viagem.
Um sax magoado,
bate à porta da magia,
E, então, um solo amistoso,
lentamente vai soprando
as folhas do calendário.
Ergo as mãos para o laço.
Cavalgo num lento compasso.
Nada entendo das palavras
Que querem que ouça.
Irei por aí achar uma noite.
2025Out19_aNTÓNIODEmiRANDA
poemanaalgibeira.blogspot.com
Ergo as mãos para o laço.
Cavalgo num lento compasso.
Nada entendo das palavras
Que querem que ouça.
Irei por aí achar uma noite.
2025Out19_aNTÓNIODEmiRANDA
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