O futuro está escrito numa mortalha
ansiosa
e os sonhos engalanados
e os sonhos engalanados
na cama da infâmia,
contemplam a ajuda ausente
contemplam a ajuda ausente
bordada
na colcha do não acontecer.
Gritos meus escritos na vidraça apedrejada,
escondem nas veias o sangue tingido
na cadência da vergonha.
Haverá por aí alguém para enterrar
a última palavra?
Resta-me o tempo que a esperança agoniza.
E eu,
já alguma vez vivo me senti.
2025Out19_aNTÓNIODEmiRANDA
poemanaalgibeira.blogspot.com
já alguma vez vivo me senti.
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