Alguém cremou o sonho julgando que era a mentira.
Ainda estariam verdes os desejos que desencaminhamos, mas as flores do feitiço,
Ainda estariam verdes os desejos que desencaminhamos, mas as flores do feitiço,
cansadas de tanta espera,
espalhavam versos no tempo que tardava.
E o doce remar na areia do sossego,
estendia nas dunas a mais sagrada das ausências.
Na cama do olhar nunca beijado,
cavalgavam nuvens da esperança possível.
Então, línguas de fogo derramavam nas ruas da lama, asas dos sonhos dourados.
Alguém escondido na vergonha das folhas caídas,
espalhavam versos no tempo que tardava.
E o doce remar na areia do sossego,
estendia nas dunas a mais sagrada das ausências.
Na cama do olhar nunca beijado,
cavalgavam nuvens da esperança possível.
Então, línguas de fogo derramavam nas ruas da lama, asas dos sonhos dourados.
Alguém escondido na vergonha das folhas caídas,
rezava artifícios de dor num lamento
tão pesaroso como a saudade.
Mãos rotas poderão erguer misericórdias
para a infinita tristeza?
Escondido nos andaimes da liberdade,
o bando de larápios ignora o que deixaram
Mãos rotas poderão erguer misericórdias
para a infinita tristeza?
Escondido nos andaimes da liberdade,
o bando de larápios ignora o que deixaram
aqueles que mais perder,
já não conseguem.
No colapso da coragem vendem-se filmes
feitos à medida da mentira.
já não conseguem.
No colapso da coragem vendem-se filmes
feitos à medida da mentira.
2026Ago25_Vila Chã_aNTÓNIODEmiRANDA
poemanaalgibeira.blogspot.com
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