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quarta-feira, 13 de março de 2024

A ESPERA QUE ME SANGRA A ALMA

 


Mil choros naufragados na ajuda que 
nunca chegou

Piscina de sangue diluído no oásis da 
demência

Os sons da memória tocam na voz do 
silêncio

Olham agora para mim, 
acabado de sair da sauna dos zombies

Despejei 100 mil balas
Milhões de fomes
Paridas nos
Fardos de injustiças

                Estou pronto?

                        Nunca 
                    para a espera     
                    que me sangra a 
                    alma


,2024Mar08_aNTÓNIODEmIRANDA


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