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sábado, 28 de dezembro de 2024
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2024
segunda-feira, 23 de dezembro de 2024
DEZEMBRO E OS OUTROS TEMPOS
domingo, 22 de dezembro de 2024
sábado, 21 de dezembro de 2024
PUTOS & MENINAS
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2024
SONHAR NA CONTRAMÃO
assinámos
e os prantos continuam a encher
o travesseiro da falsa promessa
levando o vento a estrela mentirosa
na barca da concórdia
Vai fugindo a magia
Alguém sabe quem me atraiçoou no paraíso?
não me abandonaram
é uma meiguice que me conforta
O teu corpo e o meu não desejo
conduzidos em
contramão
numa infame fúria
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2024
DESÍGNIO DIVINO
Quem na solitude
Quererá acreditar
No último abraço?
DEIXA ESTAR...
Não me incomodes
Ainda não me apetece
Viver
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2024
CRIADOR(A) DE CONTEÚDOS GENITAIS
Com
Esses
Requisitos
,2024Dez_aNTÓNIODEmIRANDA
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2024
EMBEBEDO-ME COM AS LÁGRIMAS DA AUSÊNCIA
Não passo de um crucifixo
obsceno
Preciso de uma lâmina
para enroscar o futuro que me
fizeram
Chegou a hora
de vigarizar esta mania
de sujar o papel
e escrever com letras de sangue
o presente que me traiu
Enganei-me a mim próprio
numa idiotice sem fim
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domingo, 15 de dezembro de 2024
APENAS SONHAR
com 1 verbo diferente.
Uma perspectiva aderente
à amplitude
do meu não estar.
1 Incómodo somente
a divagar num sofá
com o couro adormecido
pela minha constante
frequência.
Uma sensação habitual
tão estranha
como o tempo
em que não sou
presente.
1 Encosto repartido
encolhido
num grito distante
perto do tempo
onde caiem todos os lamentos.
Apenas sonhar
1 Verso
sempre presente
e um sorrir
sem préstimo algum
às vezes
como se fosse
Gente
2016,12aNTÓNIODEmIRANDA
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FAHRENHEIT
,2017nov_aNTÓNIODEmIRANDA
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sábado, 14 de dezembro de 2024
MANIAS DE UM NÃO POETA INEQUIVOCAMENTE MAL DISPOSTO
A vida qual verme
- hábil rasurador
Há um olhar que me assassina
uma língua maldosamente escalada
só para atingir a impossibilidade
da minha razão
Desconheço o que fazer com tanta
Cada vez que a tento matar
ela foge como se fosse feliz
Visto
esta capa de desilusão
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LISBOA LOGO À NOITE
já não dormem em sossego.
Não entendem
a linguagem das conversas
que entopem o ressoar
das sirenes da emergência médica.
Escorrem da salada dos shots
vómitos imbecis
que chutam para a rua
baratas tontas com piercings
enferrujados.
Lisboa,
é uma cretina visão
fedendo a uma loucura
sem ponta por onde
se lhe pegue.
Maldito jogo
destes matraquilhos batoteiros.
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NA TRAIÇÃO DO SILÊNCIO
Pé ante pé
no cais de promessas falidas
enterro o imaginário
Este começo sem princípio nem fim
deixa de tentar pintar pedras
na memória
Na traição do silêncio
empenhei a última vontade
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ILUSIONISTA
encerraram
Um aceno machucado
continua a cumprimentar
ausências
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domingo, 8 de dezembro de 2024
WD-40
no meio da circulação congestionada,
já não aguentava a artrite
nem as queixas da artrose.
Mudou de via e entrou religiosamente
no posto de abastecimento.
Uma simples água das pedras
temperada com abundantes salpicos
do milagreiro WD-40,
seria o suficiente para o aliviar.
Ligou o compressor,
ajustou o volume,
agitou a disposição
e começou a ouvir a sua canção preferida.
O relatório das análises indicava
uma substância incomum nas fezes.
Pouco lhe importava!
Não fazia tenção de o mostrar ao médico.
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sábado, 7 de dezembro de 2024
GÂMBIAS À LA PLANCHE
,2020Mar_aNTÓNIODEmIRANDA
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MAP - Mostra de Artes da Palavra está em Templo da Poesia. 29 de novembro às 15:23 · Oeiras · 𝑪𝒂𝒇𝒆́ 𝒅𝒐𝒔 𝑷𝒐𝒆𝒕𝒂𝒔: 𝑬𝒔𝒑𝒆𝒄𝒊𝒂𝒍 𝑵𝒂𝒕𝒂𝒍 ~ 17 𝑫𝒆𝒛𝒆𝒎𝒃𝒓𝒐 𝑐/ 𝑙𝑎𝑛𝑐̧𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑒 𝑙𝑖𝑣𝑟𝑜𝑠 𝑒 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑣𝑒𝑛𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑝𝑜𝑒́𝑡𝑖𝑐𝑜-𝑚𝑢𝑠𝑖𝑐𝑎𝑙
𝐿𝑎𝑛𝑐̧𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑜𝑠 𝑙𝑖𝑣𝑟𝑜𝑠
_ ‘𝐷𝑒𝑧𝑒𝑚𝑏𝑟𝑜 𝑒 𝑜𝑠 𝑂𝑢𝑡𝑟𝑜𝑠 𝑇𝑒𝑚𝑝𝑜𝑠’ 𝐴𝑛𝑡𝑜́𝑛𝑖𝑜 𝑑𝑒 𝑀𝑖𝑟𝑎𝑛𝑑𝑎
_ ‘𝐷𝑒𝑣𝑖𝑎𝑠 𝑀𝑢𝑑𝑎́-𝑙𝑜𝑠 𝑂𝑛𝑡𝑒𝑚 𝑑𝑒 𝑃𝑙𝑎𝑛𝑒𝑡𝑎’ 𝐺𝑎𝑏𝑟𝑖𝑒𝑙𝑎 𝐿𝑢𝑑𝑜𝑣𝑖𝑐𝑒
_ ‘𝐼𝑚𝑝𝑜𝑠𝑠𝑖́𝑣𝑒𝑙 𝐷𝑎𝑑𝑜𝑟 𝑑𝑒 𝑆𝑎𝑛𝑔𝑢𝑒’ 𝑚. 𝑝𝑎𝑟𝑖𝑠𝑠𝑦
𝐶𝑢𝑟𝑎𝑑𝑜𝑟𝑖𝑎 𝑒 𝑎𝑝𝑟𝑒𝑠𝑒𝑛𝑡𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜: 𝑀𝑖𝑔𝑢𝑒𝑙 𝑀𝑎𝑟𝑡𝑖𝑛𝑠
𝑃𝑜𝑒𝑠𝑖𝑎: 𝑀𝑖𝑔𝑢𝑒𝑙 𝑀𝑎𝑟𝑡𝑖𝑛𝑠, 𝐽𝑜𝑠𝑒́ 𝐴𝑛𝑗𝑜𝑠, 𝑁𝑢𝑛𝑜 𝑀𝑖𝑔𝑢𝑒𝑙 𝐺𝑢𝑒𝑑𝑒𝑠, 𝑃𝑎𝑢𝑙𝑎 𝐶𝑜𝑟𝑡𝑒𝑠, 𝑃𝑎𝑡𝑟𝑖́𝑐𝑖𝑎 𝑅𝑒𝑙𝑣𝑎𝑠
𝑀𝑢́𝑠𝑖𝑐𝑎: 𝐿𝑢𝑖́𝑠 𝐵𝑎𝑠𝑡𝑜𝑠 𝑒 𝐹𝑖𝑙𝑖𝑝𝑒 𝑉𝑎𝑙𝑒𝑛𝑡𝑖𝑚
𝐸𝑠𝑡𝑒 𝑒𝑣𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑎 𝑎𝑖𝑛𝑑𝑎 𝑐𝑜𝑚 𝑜 𝑎𝑝𝑜𝑖𝑜 𝑑𝑎 𝐴𝑠𝑠𝑜𝑐𝑖𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝐿𝑢𝑐ℎ𝑎𝑝𝑎.
🗓️Dia 17 Dezembro às 21h30
📍Templo da Poesia (Oeiras)
Co-produção: @municipiodeoeiras
Apoio: @bibliotecasmunicipaisdeoeiras
E QUE A BELEZA NUNCA NOS ABANDONE
Anjos falidos pecadores
não arrependidos
profetas da solidão.
Só vós sabereis os infindáveis desígnios da beleza
as mentiras em nome dela pintadas
e porque não a gloriosa malvadez das suas promessas.
E vós deuses da decadência que nos amola
tirai-nos deste abandono
orai pelo infinito da nossa indignação
não dos deixeis cair nesta insistente batota
nem na paixão que nos atormente.
E que a beleza nunca nos abandone.
,2022dez_aNTÓNIODEmIRANDA
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BEIJOS À LA CARTE
Beijos para os que danificam inquietudes matreiras
Beijos para as circunstâncias verdadeiramente importantes
Beijos para os que fazem companhia aos sagrados silêncios
Beijos para os anúncios deixados nas paredes dos wc
Beijos para os que inventam paixões assolapadas
Beijos para as solidões gloriosas
Beijos para os frequentadores das conclusões não sóbrias
Beijos para os amantes ofendidos
Beijos para a punição das consciências sifilíticas
Beijos para os náufragos dos paraísos artificiais
Beijos para os que nos momentos desabrigados
ainda teimam em oferecer cardumes de felicidade
Beijos para os vagabundos celestiais
Beijos para os colóquios nos velórios
Beijos para as fantasias ousadas
Beijos para os abandonados
Beijos para os azarados
Beijos para os excomungados da sorte
Beijos para os exagerados do infortúnio
Beijos para os prazeres húmidos
Beijos para os autoclismos não avariados
Beijos para os orgasmos imaginados
Beijos para a importância da não importância
Beijos para os olhares perdidos nas avenidas solitárias
Beijos para os exilados da virtude
Beijos para os desterrados da ignorância
Beijos para a sabedoria do Google e dos Downloads
Beijos para as surpresas raramente inesperadas
Beijos para as janelas indiscretas com segredos mal guardados
Beijos para os futuros inventados
Beijos para os clandestinos
Beijos para os que dizem mal de tudo porque são mesmo parvos
Beijos para os que rejeitam a cretinice aguda
Beijos para alguns pés descalços
Beijos para o deslizar das sandálias ortopédicas
Beijos para os gemidos envergonhados
Beijos para as gloriosas pívias batidas ao ritmo do “Trik Trik” quando ouvíamos o “Goodbye my love goodbye” do enorme Demis Roussos
Beijos para os filósofos anónimos sem explicações complicadas
Beijos para a justa causa de matar a perversidade da justiça
&
Abraços para os que ainda se dão ao trabalho de se lembrarem de mim
,2021Dezembro_aNTÓNIODEmIRANDA
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2024
sábado, 30 de novembro de 2024
NAQUELA NOITE E NOS PESADELOS SEGUINTES
(Quem me dera a mim outro mundo neste
Certos futuros nunca caberão na minha
Guerreiros desleixados combatem a
Dizem-nos muito bons.
(eu é que não tenho jeito para gostar
A paciência que exibo mudou de capoeira.
Um homem não treme
,2024Nov_aNTÓNIODEmIRANDA
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NÃO TE IMPORTES QUE EU UM DIA AINDA IREI SER FELIZ
no vale dos encantos sem fim.
Ginguei a noite feliz
naquele fugaz instante
onde as mentiras repousam
no perdão dos sonhos dourados.
E no colo da solidão,
reguei a angústia habitual
com o trago azedo dos abraços da
Depois o presente
com os mais elevados golpes
e pendurou-os no mastro dos laços
,2024Nov30_aNTÓNIODEmIRANDA
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PROEZA ABENÇOADA
Agito sentimentos mesmo sabendo
(dói sempre o desencanto da
Continuo a admirar a benevolência
O futuro zarpou
Desistiu da última viagem
Viajantes solitários
falam agora das noites que não
,2024Nov_aNTÓNIODEmIRANDA
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POR VEZES A MINHA MENTE DIVAGA
“camisas sem mangas”
no IC-19
(acerca do congestionamento
,2024Nov_aNTÓNIODEmIRANDA
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O HABITUAL GRANDE DESASTRE DA COVARDE HUMANIDADE
Disfarçadas de
Armadilhada
Aguarda a
Com Imagens
Susceptíveis de
Mentes Hipócritas
,2024Nov_aNTÓNIODEmIRANDA
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PARADA DOS PATETAS
A quem
,2024Nov_aNTÓNIODEmIRANDA
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DEPOIS DA MEIA-NOITE TODOS OS SONHOS SÃO PARDOS
Importante
Antes de Nascer?
Não Ter
Perguntado
Pelo Amor
Deste Morrer
,2024Nov_aNTÓNIODEmIRANDA
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VIVE EM MIM UMA TRISTE EMOÇÃO
Apenas uma ideia absurda
Nenhuma palavra razoável
Porque cheira a
Míssil
Aquilo que deveria
Ser
O
Sorriso
Da
Esperança?
,2024Nov_aNTÓNIODEmIRANDA
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MAS AGORA VIM EU AO MUNDO PARA ME CHAMAREM POETA?
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CÁLICE DE BENZOVAQUE
Lubrificou os sonhos
Abençoou a determinação
E esperou calmamente
A chegada da ilusão
(A realidade fora daquela
há muito que deixou de o
,2024Nov_aNTÓNIODEmIRANDA
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terça-feira, 26 de novembro de 2024
SONHO - TE
Sonho - te
Dentro - de - mim
Como se a v e r d a d e
Fosse esse momento
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FEBRE VAIDOSA
é a lembrança da tua pele,
qual templo de ameixa,
flor que engana o desejo.
amaciado na febre vaidosa do teu sexo.
,2020Julho_aNTÓNIODEmIRANDA
domingo, 24 de novembro de 2024
sexta-feira, 22 de novembro de 2024
A CONDIÇÃO DO POETA
Sabes, os poetas não têm uma fama lá muito aconselhável.
Há quem diga que têm na alma um teclado de uma máquina de escrever.
E não são muito rígidos na escolha das palavras adequadas.
Às vezes pintam imagens estranhas, como se falassem com elas.
Abusam constantemente nas cargas etílicas.
Têm sempre uma pressa urgente.
E lavam pouco os pensamentos.
Enfeitam com um laço as ilusões,
ouvem outras vozes frequentemente
e são geralmente doidos por um par de asas.
São singelos na leitura de cartografias,
aparecem tímidos nas fotografias,
e passam muitas tardes a corrigir epitáfios.
E beatificamente despedem-se com a bênção habitual:
Que deus vos acompanhe,
porque eu já não sei o caminho.
Aqueles, ditos subversivos,
apostam sempre na barata tonta,
e lisonjeiam com desdém matraquilhos curiosos
que vomitam sílabas mal cheirosas.
Os poetas não são assim,
mas também nunca poderiam ser o contrário.
Têm ritmos de alquimia,
e, sentados, tentam colorir outro cenário.
Pensam que falam como as pessoas,
discutem amiúde anatomias sintéticas,
descansam os olhos com atitudes patéticas, e sorriem como se fizessem parte do mundo.
Cultivam simpatias incompreensíveis,
dão longos passeios envoltos num manto de nevoeiro, chamando alguém em forma de estátua, de Sebastião.
Odeiam parapeitos supersticiosos, e escorrem por uma corda fictícia até pisarem os pés da lua.
Dois poetas nunca se encontram,
mas abraçam-se com um código secreto,
e sabem de cor a maliciosa palavra-chave.
Os poetas têm importâncias não definidas,
e sangram como crianças,
pelo poema que nunca poderão escrever.
Vivem em forma de tempestade,
o tempo que constantemente lhes foge.
Cavalgam como um puro-sangue,
mas enganam-se sempre na corrida.
Sabem que não há futuro na poesia,
mas, enquanto poetas acreditam
na sua eventualidade.
Há quem diga que não são normais!
Até mesmo difíceis!
Têm sempre um copo na mão,
Donde bebem sessões contínuas de dignidade.
Nunca renegam a condição de ser poeta.
2016_aNTÓNIODEmIRANDA
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A NAVALHA
No bornal da fome,
Martelava a saudade no banco
Sabia de cor todos os horários,
Na camarata, lia às escondidas,
A manhã seguinte,
E a navalha,
Na enxerga,
2018Set_aNTÓNIODEmIRANDA
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CRÓNICAS DE VILA CHÃ ANTUNES, O MOCHO (PENSAVA QUE NÃO VOLTAVAS)
Está na árvore de sempre,
Há muito que decorei o seu cantar.
Sei que é ele.
Esconde-se da minha curiosidade
Vai e vem, neste sossego
Fala-me com o breve instante
A noite é um lugar com muitas asas.
Há 37 anos que nos encontramos.
Sem compromissos.
Sem os avisos prévios das despedidas.
Apenas com o adeus que nunca
Agora, como de costume,
2018Set_aNTÓNIODEmIRANDA
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A MÚSICA ESPECIAL
Uma festa
espera por mim
no lado que fugiu.
A gota na janela não vai cair
no sono que me afunda.
Um som muito suave
que não quero escutar,
abraça um longe,
que anseia voltar para os meus braços.
Diz que está cansado de andar nesta luz,
e agora só pretende dançar no fogo,
a música especial.
2018Set_aNTÓNIODEmIRANDA
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EM MODO TESTICULAR
Não somos nada!
Nada valemos!
Dizem um para o outro,
olhando pessimamente para aquele
pedaço inerte.
Não sei porque nos abandonou!
Exclamava o menos conformado.
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EM SINAL DE TODO O RESPEITO
2018Abr_aNTÓNIODEmIRANDA
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