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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
DEIXA-ME VIR …
Deixa-me vir
Esta foda é minha e tua
Falamos daquilo que nos dá prazer
Somos sol e lua
Aceitaste o convite
Sem medo de te dar
E neste tempo só a ti eu vou querer
Deixa-me vir
Tu sabes como lambes bem
E já conheces os cambiantes do meu sabor
Esta noite és a minha conquista
Ama-me sem fim à vista
Molha-me com o nosso suor
Pois é, pois é…
Já sabemos o que fazer
Sempre que nos encontrarmos:
Inventar o prazer
Foder até nos cansarmos.
ago.2010
Esta foda é minha e tua
Falamos daquilo que nos dá prazer
Somos sol e lua
Aceitaste o convite
Sem medo de te dar
E neste tempo só a ti eu vou querer
Deixa-me vir
Tu sabes como lambes bem
E já conheces os cambiantes do meu sabor
Esta noite és a minha conquista
Ama-me sem fim à vista
Molha-me com o nosso suor
Pois é, pois é…
Já sabemos o que fazer
Sempre que nos encontrarmos:
Inventar o prazer
Foder até nos cansarmos.
ago.2010
O nosso olhar
O nosso olhar
Tinha encontro marcado
A tua boca : o perfume do meu sorriso
O teu beijo : a fascinação da promessa
Intimo suspiro
Do amor feito sem pressa
Seca-me a língua
Do teu corpo em dois percorrer
Chama antiga
Feita vontade de te beber
Infinita fogueira
Onde acabamos sempre um no outro.
O nosso olhar
Era um verbo adiado
O nosso olhar
É um orgasmo anunciado
2010ago23
Tinha encontro marcado
A tua boca : o perfume do meu sorriso
O teu beijo : a fascinação da promessa
Intimo suspiro
Do amor feito sem pressa
Seca-me a língua
Do teu corpo em dois percorrer
Chama antiga
Feita vontade de te beber
Infinita fogueira
Onde acabamos sempre um no outro.
O nosso olhar
Era um verbo adiado
O nosso olhar
É um orgasmo anunciado
2010ago23
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Para o Zé de Várzea
temos o tempo
vivemos o momento
sem saber a medida
deitamo-nos com as horas
e descansamos o relógio do nosso pulso.
gastamos o desejo
no instante que conseguimos.
nós gostamos
rimos e choramos
cantamos todos os medos
estivemos
olhamos
sentimos
consentimos o abuso:
não temos culpa
que a morte nos dê uso.
a partida é sempre
a viagem que nos espera!
os epitáfios deveriam respeitar
a nossa opinião.
a nossa memória
não será nunca uma conveniência alheia.
quero que a morte
me apanhe desprevenido
e que as minhas cinzas
desenhem no ar
uma única palavra :
amigo.
Maio27.2010
vivemos o momento
sem saber a medida
deitamo-nos com as horas
e descansamos o relógio do nosso pulso.
gastamos o desejo
no instante que conseguimos.
nós gostamos
rimos e choramos
cantamos todos os medos
estivemos
olhamos
sentimos
consentimos o abuso:
não temos culpa
que a morte nos dê uso.
a partida é sempre
a viagem que nos espera!
os epitáfios deveriam respeitar
a nossa opinião.
a nossa memória
não será nunca uma conveniência alheia.
quero que a morte
me apanhe desprevenido
e que as minhas cinzas
desenhem no ar
uma única palavra :
amigo.
Maio27.2010
eNTRETANTO...
pedi a deus o céu
para a minha morte não o incomodar
voei o mais alto que quis
como pássaro desenhado
na nuvem por mim pintada
no meu próprio tempo
de saudade ausente
de ficção inventada
de sorrisos fintados
de caminhos solitários
de moradas artificiais.
invejei a morte
mas nunca reneguei o seu convite.
Algum dia encontrarei
O que está dentro de mim…
O paraíso só acontece uma vez.
Entretanto…
Alguém me observa
Exibindo alegremente
A embalagem dos comprimidos da minha mãe.
maio2010
para a minha morte não o incomodar
voei o mais alto que quis
como pássaro desenhado
na nuvem por mim pintada
no meu próprio tempo
de saudade ausente
de ficção inventada
de sorrisos fintados
de caminhos solitários
de moradas artificiais.
invejei a morte
mas nunca reneguei o seu convite.
Algum dia encontrarei
O que está dentro de mim…
O paraíso só acontece uma vez.
Entretanto…
Alguém me observa
Exibindo alegremente
A embalagem dos comprimidos da minha mãe.
maio2010
Ela dizia
dizia que gostava de homens
era uma malandrinha
falava que os assustava
julgava que manipulava
mesmo quando fingindo se vinha
era muito desinibida
quanto baste atrevida
pensamento liberal
mostra-se só escondida
mas os homens não gostavam dela
tanto quanto ela desejava.
Vivia a vida numa conversa
Gastando as horas
Fabricando a promessa habitual.
Ela dizia ?
jun2010
era uma malandrinha
falava que os assustava
julgava que manipulava
mesmo quando fingindo se vinha
era muito desinibida
quanto baste atrevida
pensamento liberal
mostra-se só escondida
mas os homens não gostavam dela
tanto quanto ela desejava.
Vivia a vida numa conversa
Gastando as horas
Fabricando a promessa habitual.
Ela dizia ?
jun2010
DESENHO
Desenho
O desejo
Em forma de um beijo
Cobrindo o teu corpo
Percorrido
Pela minha língua subtil
Convite deliquente
Sexo húmido e quente
Pedindo que nele eu entre
Entre palavras e gemidos
Volúpia dita aos ouvidos
.
Junho24.2010
O desejo
Em forma de um beijo
Cobrindo o teu corpo
Percorrido
Pela minha língua subtil
Convite deliquente
Sexo húmido e quente
Pedindo que nele eu entre
Entre palavras e gemidos
Volúpia dita aos ouvidos
.
Junho24.2010
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