Vou
Aqui
Ordenhar
A
Ilusão
Espalhando
Metáforas
Pela
Mente
Fora
QUELLE HEURE EST-IL EM ARGANIL?
poemanaalgibeira.blogspot.com
Vou
Aqui
Ordenhar
A
Ilusão
Espalhando
Metáforas
Pela
Mente
Fora
QUELLE HEURE EST-IL EM ARGANIL?
Não
quero andar por aí
nesses
Boatos
À
mercê de um
qualquer
Broeiro
Feito
Símbolo Sexual
de
Aviário
Sem
Óvulos
Não
Se
Fazem
Marionetas
Na curva onde morre o fim do mundo,
o cão do poeta Ferlinguetti entregou um poema.
Quando o tempo nos abandona, despejamos as mesmas desculpas, cuspimos o mesmo sangue, repetimos os mesmos medos.
Na toca dos solitários lamentos, veste-se o desejo do amanhã, que, não importa o que será, tarda em chegar.
Na curva onde morre o fim do mundo, o cão do poeta Ferlinguetti, sossega através da janela, olhares sem cura possível.
E na trilha da inabalável fé, o seu ladrar saúda a doce aparição da bondade projectada num écran imaginário.
E nos atalhos da decência não orquestrada, cumprimenta os que fugiram do mundo e voltaram para o filme, e que agora descansam na Oficina da Reparação dos Silêncios.
O cão do poeta Ferlinguetti, sentado no banco das mágoas, tenta abrir o cofre dos aflitos aplausos.
Já passa da meia-noite e o camião da recolha das frustrações está, como sempre, atrasado.
O pessoal do condomínio está deveras inquieto!
Ele há demoras que não se desculpam.
E na curva onde morre o fim do mundo, o cão do poeta Ferlinguetti, ofereceu à
Repartição dos Sonhos Sem Data Prevista para Acontecer,
o Relatório Anual das Notícias Atractivas.
Sou do BENFICA!
Esta é uma das certezas que me tem acompanhado ao longo da minha vida.
E, acreditem, a minha vida não a deito fora.
aNTÓNIODEmIRANDA
https://www.facebook.com/miranda.antoniode/videos/900956229945634/?t=107
Aquele olhar virulento
Agoirava uma auspiciosa
Infecção
Se alguma vez
Julguei
Que só eu pensei
Certo,
De todas
Elas
Me
Esqueci.
Só quero o dia perfeito.
Continuo a plantar esta ideia.
Todos os dias !
V erme
E mbusteiro
N éscio
T raste
U ltrajante
R ato
A rruaceiro