Triste coisa desatinada no já longo morrer porque neste desassossego deitado na cama do medo,
já não se esconde a chama da tranquilidade.
Dizem saber o caminho,
mas ninguém o quer mostrar.
Os sons à volta, sem nada para dizer, voam no suor batendo à porta,
como quem chama por mim.
Despedir o destino sem desculpas para escrever, talvez falar no adeus do tempo que me faz sofrer, e navegar em qualquer nuvem, não importa o lugar, para nos versos do poeta, descansar o meu achar.
Porque a vida vai indo nos soluços deste apressado tropel.
Depois seria fácil anavalhar o convite do céu.
(Estás sempre a brincar)!
Por uma vez gostaria que isso fosse verdade.
O nojo está no ninho!
Podes cá vir…
2026_3Mar_aNTÓNIODEmiRANDA
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