Do passado não se limpam as nódoas
vestidas na canção para o destino sem amanhã.
De volta à fenda do sonho,
relendo notícias em terceira mão,
deseja-se o mundo mais bonito para apagar
vestidas na canção para o destino sem amanhã.
De volta à fenda do sonho,
relendo notícias em terceira mão,
deseja-se o mundo mais bonito para apagar
a solidão das conversas fora dos retratos.
Mas memórias cravadas na pele,
visitam a feira popular no meu deserto,
e comentam que na academia da miséria,
não se reza a oração da desobediência.
A decorar a tabuada das emoções,
Louca Mente anseio a ocasião da hora_Feliz.
Na jangada dos conselhos sem conserto,
Mas memórias cravadas na pele,
visitam a feira popular no meu deserto,
e comentam que na academia da miséria,
não se reza a oração da desobediência.
A decorar a tabuada das emoções,
Louca Mente anseio a ocasião da hora_Feliz.
Na jangada dos conselhos sem conserto,
por vezes o passado aparece sem ser convidado para desenhar a solidão parida no jogo da sombra.
Depois confortavelmente crentes no céu desleal,
Depois confortavelmente crentes no céu desleal,
gozar e pecar sem aleijar palavras.
& foi assim que nos saudamos!
Como velas acesas mimando
o vento na medida da mentira.
,2026Set_ aNTÓNIODEmiRANDA
poemanaalgibeira.blogspot.com
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