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domingo, 23 de agosto de 2026

MERCADINHO DAS NULIDADES

 


Preconizar?
Não me interessa! 
Reconheço, embora com infame dignidade, que a idiotice da horta da suinocultura, cultiva na rotina diária, 
a azáfama de entreter futilidades,
tal como aprendeu na taça da engano.
No mercadinho das nulidades, 
na hora habitual, alugavam-se efemérides requentadas.
E nas vielas  onde se suja a poesia, mal-enjorcados e pingonheiras enfeitadas,
ignoram o acesso vetado às pessoas das mentes banalizadas.
Assiduamente estúpidas e normalmente cretinos, ostentam um desleixado novelo de vaidades.
E nas tardes que tudo prometiam, 
com tanta gente no parque, 
só se ouvia o som de um glorioso traque.
Com a poesia não se brinca!

(os poetas assim reclamam).




,2026Ago_ Vila Chã_aNTÓNIODEmiRANDA
poemanaalgibeira.blogspot.com

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