Afastem de mim essa pena.
Não pretendo usá-la.
Sei que jamais serei a tal estrela,
até porque nunca invejei o seu fulgor.
Tenho um céu diferente
Não pretendo usá-la.
Sei que jamais serei a tal estrela,
até porque nunca invejei o seu fulgor.
Tenho um céu diferente
para a jornada que me acompanha,
onde espero abraçar os verdadeiros poetas.
Assim a ideia me ajude.
Não passa de uma medida vã
a espera que nunca se chega
a alcançar.
Despe-se o alento na colheita da esperança
Assim a ideia me ajude.
Não passa de uma medida vã
a espera que nunca se chega
a alcançar.
Despe-se o alento na colheita da esperança
com lábios que tocam memórias amarelecidas
na pedra fria.
Veste-se a vida no lesto caminhar
fora das vistas da maldade do tempo,
enquanto se pede ao vento da mudança
Veste-se a vida no lesto caminhar
fora das vistas da maldade do tempo,
enquanto se pede ao vento da mudança
que não se esqueça de amainar
o que resta da alegria.
Gostava que estivesses aqui!
Mas… quem és?
Nunca celebramos a mais ínfima partícula
da amizade.
Fica como estás!
(Isto é, se alguma vez exististe!)
,2026_Jun_Vila Chã_aNTÓNIODEmiRANDA
poemanaalgibeira.blogspot.com
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