Pesquisar neste blogue

sábado, 2 de maio de 2026

O CADA VEZ MAIS APERTADO ABRAÇO DA DESPEDIDA

 



Madrugada libertada

Acordado e sempre à tua espera

Como poderei matar o horror 
da tua farsa

Triste e cansado segue o amparo 
desta triste jornada

QUEM LERÁ OS NOSOS EPITÁFIOS?

Possivelmente um anão 
com óculos de querubim 
Maduros seguem os meus anos 
pelas estradas dos sonhos que ergui
Mentiram ao meu acreditar
tal como o tempo que abraçava 
a amizade
Tempestade de amores imperfeitos 
chuva de ácidas pétalas 
orações choradas 
no perfume da ausência
Sei que me espera aquela coisa 
que odeio conhecer
(Morte)

De joelhos jamais ficarei

Tenho um mar de flores 
para assassinar 
paraísos artificiais


2025Mai_aNTÓNIODEmIRANDA
poemanaalgibeira.blogspot.com

Sem comentários:

Enviar um comentário