Depilo a memória com a cera dos neurónios estragados.
Abro o frasco com os sabores de alguma da minha infância na bouça de Balugães, onde gravei o nome no tronco de um pinheiro que o meu avô me entregou.
Nunca mais nos tocámos.
Era jovem…
Cuidava que os mais velhos não se esqueciam.
2016,10aNTÓNIODEmIRANDA
poemanaalgibeira.blogspot.com
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