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sexta-feira, 13 de março de 2026

ERA JOVEM…

 


Depilo a memória com a cera dos neurónios estragados.

Abro o frasco com os sabores de alguma da minha infância na bouça de Balugães, onde gravei o nome no tronco de um pinheiro que o meu avô me entregou.

Nunca mais nos tocámos.

Era jovem… 

Cuidava que os mais velhos não se esqueciam.






2016,10aNTÓNIODEmIRANDA
poemanaalgibeira.blogspot.com

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