A manhã acordará como sempre,
abraçada à golpeada esperança.
Não importará nunca a consciência
abraçada à golpeada esperança.
Não importará nunca a consciência
depositada num naufrágio não
reciclável.
O pensar que nos acorrenta,
é um pesar silencioso,
qual nuvem persistente que subjuga
a ânsia de gostar.
O pensar que nos acorrenta,
é um pesar silencioso,
qual nuvem persistente que subjuga
a ânsia de gostar.
Somos os maiores
e nada mais para além disso!
(até porque a realidade que nos palmilha
é infinitamente tacanha
para a importância que vestimos).
Nunca traí a expectativa.
Sismos de esperança,
quando habitarem o estado divinal,
poderão argumentar essa mentira.
Irei ao fundo do mundo
a não ser que a voz não enlouqueça
esse caminho
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,2026Abr_aNTÓNIODEmiRANDA
poemanaalgibeira.blogspot.com
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