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quarta-feira, 27 de setembro de 2017
CRÉDITOS MALPARADOS
Nada é fácil neste desenrolar de cobertores
que só aquecem a sombra dos meus medos.
Pisco os olhos à solidão, velha amiga
nestas viagens à volta do espelho.
Apenas me lembro do longe que não queria,
enrolado neste novelo sem ponta para fugir.
Há um não sempre presente,
e um gesto ausente
que celebra esta sequência
de créditos malparados.
2017set_aNTÓNIODEmIRANDA
SWEET DREAMS
*
Dormirei
com
a
possibilidade
de
acordar
no
nevoeiro
do
teu
sexo
*
O amor
É uma larga
Distância
Muitas
Vezes
Com pontes
Mentirosas
E
Nunca
Se escreve
Com o mesmo
Alfabeto
*
Todo o cheiro que deixaste
Dorme agora ao meu lado
Abraçando a nudez
Para que o desejo desenfreado
Espalhe no colchão
as breves delícias
De um amor que passou ao lado
2017set_aNTÓNIODEmIRANDA
Dormirei
com
a
possibilidade
de
acordar
no
nevoeiro
do
teu
sexo
*
O amor
É uma larga
Distância
Muitas
Vezes
Com pontes
Mentirosas
E
Nunca
Se escreve
Com o mesmo
Alfabeto
*
Todo o cheiro que deixaste
Dorme agora ao meu lado
Abraçando a nudez
Para que o desejo desenfreado
Espalhe no colchão
as breves delícias
De um amor que passou ao lado
2017set_aNTÓNIODEmIRANDA
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